O bowl do QG LongHill à noite, iluminado por um varal de luzes

O QG · Brasília

O quintal onde tudo é feito

Uma casa de contêineres no meio da natureza. Um bowl de 400 m². A oficina ao lado. Não é fábrica, não é loja — é uma casa.

01O quê

Onde a madeira vira peça e onde a crew se reúne

No meio da natureza, é também onde as sessões varam a noite. É a origem de cada peça que sai daqui — e o motivo de ela custar o que custa.

A casa de contêineres logo atrás da borda do bowl, com um skatista entrando na transição
LONGHILL pintado à mão no muro do bowl, com o monograma repetido nos ladrilhos da borda
Vista aérea do bowl de 400 m² entre as árvores

02Por quê

Todo skatista cresce com o mesmo sonho: ter uma pista em casa

O nosso virou concreto em 2019

São 400 m² no quintal, construídos com o arquiteto e bioconstrutor George Rotatori, acompanhado de perto, etapa por etapa.

Hoje o QG abriga também um quarter em bioconstrução — laboratório vivo e aberto do George, onde o ferro do concreto armado é substituído por papel.

Alisando o concreto fresco com desempenadeira, durante a obra do bowl
O acabamento perfeito nas mãos do idealizador e artesão do concreto

03A obra

Em busca do raio perfeito

Montagem da forma metálica curva durante a obra
Transição do bowl recém-acabada
Ajuste da forma curva no bowl
Forma curva encostada na parede do bowl
Vista aérea do bowl em obra
Vista aérea baixa, detalhe da transição

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04A história dos dois e-mails

Em 2007, a mesma pergunta foi enviada a várias construtoras de pista de skate: "terreno plano, pista de 100 m² — qual o valor?" Só uma não respondeu com um preço: a do George Rotatori.

Em 2018, o mesmo e-mail foi enviado de novo. E de novo, o único que não respondeu valor foi o George.

Em vez de um orçamento, veio um mestre: ensinou cada processo, até que fosse possível calcular e gerir a obra inteira.

É esse o espírito que mora aqui — e em cada peça LongHill.

O bowl e a casa de contêineres vistos do nível do solo, de dia
O bowl à luz do dia

05A crew

Campeonato, banda, sessão que vara a noite — e gente de verdade

Skatista parado no coping observando a linha de quem está andando dentro do bowl
Air acima da borda do bowl, recortado no céu azul
Dois skatistas de costas, com os shapes na mão, esperando a vez
Grind na borda do bowl, com LONGHILL pintado no muro atrás
Air alto no bowl, com o shape na horizontal contra o céu
Carve na transição do bowl, com a plateia sentada na borda
Shape e pés vistos de baixo, no alto da transição
A plateia sentada na sombra da tenda, com o bowl vazio em primeiro plano

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06Sustentabilidade

Reaproveitar não é marketing. É a nossa origem.

A LongHill nasceu do incômodo de ver madeira boa virando lixo: sobras e shapes quebrados que ainda tinham muito a dizer.

Cada peça da linha skate devolve vida útil a um material que iria para o descarte — e carrega, nas camadas e marcas, a história de onde veio.

Shape de skate usado, com a pintura desgastada, apoiado no coping do bowl
A história não acaba com o shape. Ela só muda de forma.

07O que sai daqui

Agora que você viu de onde vem

Cada peça foi projetada, usinada, lixada, montada e acabada nesta oficina — a poucos metros do concreto que aparece nas fotos acima.

É daqui que sai cada peça.

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